associação de docentes da uerj - 17 de novembro de 2008

 

Unidades vão discutir emendas

As Unidades Acadêmicas da Uerj vão discutir internamente, até o dia 24 de novembro, a proposta de readequação da carreira docente encaminhada pelo governador à Alerj com as emendas formuladas pela comissão de professores da Asduerj. O calendário de debates foi definido pela assembléia docente realizada na quinta-feira, 13/11. O objetivo é ampliar o conhecimento da categoria sobre os problemas da proposta do governo/reitoria e aglutinar mais docentes ao movimento de luta pela aprovação das emendas na Assembléia Legislativa.

A discussão estará pautada nos principais eixos defendidos pela entidade: a inclusão do regime de dedicação exclusiva; a implantação do plano em uma única parcela no mês de dezembro; a igualdade do número de níveis de progressão – quatro níveis — nas categorias auxiliar, assistente e adjunto, e também, a definição de um mesmo percentual na progressão entre duas categorias consecutivas, conforme a Resolução 03/91.

No dia 26/11, quarta-feira, o debate migra para a Alerj. Nesta data, a partir das 10h, a Comissão de Educação promove uma audiência pública relativa ao projeto em pauta. O dia de votação ainda não foi confirmado, mas acredita-se que será na própria quarta-feira, ou no dia seguinte, 27/11. A assembléia docente deliberou pela saída de ônibus da FFP, da FEBF e do campus Maracanã levando os docentes para acompanhar a sessão.

 

Greve continua

A manutenção da greve foi aprovada por 101 docentes, com 64 votos contrários. A decisão foi tomada após a retirada da proposta inicial do comando de greve, que sugeria a retomada imediata das atividades “tendo em vista a abertura de negociação com os deputados da Alerj” e destacando que a intenção do movimento sempre foi a negociação e não a intransigência.

No entanto, após a apresentação dos cálculos de perdas salariais decorrentes da implementação do plano do governo/reitoria, feita pelos docentes Guilherme Mota e Weber Figueiredo, da FEN, e a intervenção de mais de vinte docentes, com argumentos pró e contra o fim da greve, os professores retiraram a proposta. “Eu estava na reunião e participei desta decisão. Mas, o importante de uma assembléia é ouvir as avaliações dos colegas. Cheguei aqui decidido a acabar com a greve, mas agora mudei de opinião”, disse Décio Rocha, docente do CAp e integrante do comando de greve. Os demais integrantes ratificaram a retirada.

A próxima assembléia docente será realizada no dia 25/11, às 16h.

 

Professores abrem frente de negociação na Alerj

A diretoria da Asduerj reuniu-se, na última quarta-feira (12/11), com o presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), para apresentar as quatro emendas que nossas assembléias elegeram como prioritárias.

De acordo com Inalda Pimentel, presidente da Asduerj, o deputado Picciani solicitou documento contendo explicações com relação a cada uma das reivindicações, para debater com os demais parlamentares e com o governo.

Segundo o presidente da Alerj, após aprovado, o projeto não poderá sofrer alterações. Portanto, quaisquer alterações devem ser realizadas agora, disse. O parlamentar garantiu, ainda, que voltará a receber a Asduerj antes do dia 26, quando será realizada audiência pública sobre o plano na Comissão de Educação.

O líder do governo na Assembléia, deputado Paulo Melo (PMDB), também prometeu agendar para esta semana uma reunião com a Associação de Docentes para debater o tema.

Em data ainda a ser definida, possivelmente nos dias 26 ou 27 deste mês, o plano será encaminhado para votação na Alerj.

 

Andes-SN: Ministro promete solução para registro sindical

Mais de 2,5 mil pessoas participaram do Ato Público em Defesa da Liberdade de Organização e Autonomia Sindical, e pelo regularização imediata do registro sindical do ANDES-SN, no dia último dia 11, em Brasília.

Entre 80 e 100 entidades participaram do protesto em frente ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP. Trabalhadores do campo e da cidade, estudantes, representantes de movimentos sociais diversos disseram não à criminalização da pobreza, às fundações estatais de direito privado, ao imposto sindical obrigatório para os servidores públicos e à farsa da CUT/Proifes para conquistar de forma ilegítima a representação dos docentes do ensino público superior. federal

O Ministro Carlos Luppi (PDT) recebeu representantes do Andes durante a manifestação e prometeu apresentar nos próximos dias uma proposta de solução para o problema de suspensão do registro do Sindicato Nacional das Instituições do Ensino Superior – Andes-SN.

Fonte: Informandes on line