Unidades
vão discutir emendas
As Unidades
Acadêmicas da Uerj vão discutir internamente, até
o dia 24 de novembro, a proposta de readequação da
carreira docente encaminhada pelo governador à Alerj com
as emendas formuladas pela comissão de professores da Asduerj.
O calendário de debates foi definido pela assembléia
docente realizada na quinta-feira, 13/11. O objetivo é ampliar
o conhecimento da categoria sobre os problemas da proposta do governo/reitoria
e aglutinar mais docentes ao movimento de luta pela aprovação
das emendas na Assembléia Legislativa.
A discussão
estará pautada nos principais eixos defendidos pela entidade:
a inclusão do regime de dedicação exclusiva;
a implantação do plano em uma única parcela
no mês de dezembro; a igualdade do número de níveis
de progressão quatro níveis nas categorias
auxiliar, assistente e adjunto, e também, a definição
de um mesmo percentual na progressão entre duas categorias
consecutivas, conforme a Resolução 03/91.
No dia 26/11,
quarta-feira, o debate migra para a Alerj. Nesta data, a partir
das 10h, a Comissão de Educação promove uma
audiência pública relativa ao projeto em pauta. O dia
de votação ainda não foi confirmado, mas acredita-se
que será na própria quarta-feira, ou no dia seguinte,
27/11. A assembléia docente deliberou pela saída de
ônibus da FFP, da FEBF e do campus Maracanã levando
os docentes para acompanhar a sessão.
Greve continua

A manutenção
da greve foi aprovada por 101 docentes, com 64 votos contrários.
A decisão foi tomada após a retirada da proposta inicial
do comando de greve, que sugeria a retomada imediata das atividades
tendo em vista a abertura de negociação com
os deputados da Alerj e destacando que a intenção
do movimento sempre foi a negociação e não
a intransigência.
No entanto,
após a apresentação dos cálculos de
perdas salariais decorrentes da implementação do plano
do governo/reitoria, feita pelos docentes Guilherme Mota e Weber
Figueiredo, da FEN, e a intervenção de mais de vinte
docentes, com argumentos pró e contra o fim da greve, os
professores retiraram a proposta. Eu estava na reunião
e participei desta decisão. Mas, o importante de uma assembléia
é ouvir as avaliações dos colegas. Cheguei
aqui decidido a acabar com a greve, mas agora mudei de opinião,
disse Décio Rocha, docente do CAp e integrante do comando
de greve. Os demais integrantes ratificaram a retirada.
A próxima
assembléia docente será realizada no dia 25/11, às
16h.
Professores
abrem frente de negociação na Alerj
A diretoria
da Asduerj reuniu-se, na última quarta-feira (12/11), com
o presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), para apresentar
as quatro emendas que nossas assembléias elegeram como prioritárias.
De acordo com
Inalda Pimentel, presidente da Asduerj, o deputado Picciani solicitou
documento contendo explicações com relação
a cada uma das reivindicações, para debater com os
demais parlamentares e com o governo.
Segundo o presidente
da Alerj, após aprovado, o projeto não poderá
sofrer alterações. Portanto, quaisquer alterações
devem ser realizadas agora, disse. O parlamentar garantiu, ainda,
que voltará a receber a Asduerj antes do dia 26, quando será
realizada audiência pública sobre o plano na Comissão
de Educação.
O líder
do governo na Assembléia, deputado Paulo Melo (PMDB), também
prometeu agendar para esta semana uma reunião com a Associação
de Docentes para debater o tema.
Em data ainda
a ser definida, possivelmente nos dias 26 ou 27 deste mês,
o plano será encaminhado para votação na Alerj.
Andes-SN:
Ministro promete solução para registro sindical

Mais de 2,5
mil pessoas participaram do Ato Público em Defesa da Liberdade
de Organização e Autonomia Sindical, e pelo regularização
imediata do registro sindical do ANDES-SN, no dia último
dia 11, em Brasília.
Entre 80 e 100
entidades participaram do protesto em frente ao Ministério
do Planejamento, Orçamento e Gestão MP. Trabalhadores
do campo e da cidade, estudantes, representantes de movimentos sociais
diversos disseram não à criminalização
da pobreza, às fundações estatais de direito
privado, ao imposto sindical obrigatório para os servidores
públicos e à farsa da CUT/Proifes para conquistar
de forma ilegítima a representação dos docentes
do ensino público superior. federal
O Ministro Carlos
Luppi (PDT) recebeu representantes do Andes durante a manifestação
e prometeu apresentar nos próximos dias uma proposta de solução
para o problema de suspensão do registro do Sindicato Nacional
das Instituições do Ensino Superior Andes-SN.
Fonte:
Informandes on line